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Especialização

Médicos

Especialização

O aperfeiçoamento dos profissionais participantes do Mais Médicos se dá pela integração ensino-serviço, com a participação em curso de especialização e atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Os profissionais deverão cursar especialização em Atenção Básica à saúde, curso que será oferecido pelas instituições de educação superior brasileiras vinculadas ao Sistema Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS).

As ações de aperfeiçoamento serão realizadas com carga horária semanal de 40 (quarenta) horas, sendo 32 horas para atividades nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município ou no Distrito Federal, e 8 horas para interação na plataforma do curso de especialização e nas atividades de aperfeiçoamento técnico-científico. 

 

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    Avaliação dos médicos que optaram pela pontuação adicional de 10% nas provas de residência

    As atividades de supervisão para o médico que optar pela bonificação de 10% do Mais Médicos/Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab) serão submetidas a avaliação trimestral feita pelo próprio médico (autoavaliação), assim como pelo gestor e pelo supervisor. 

    Para ter direito à pontuação adicional de 10% nos processos seletivos de residência médica, o profissional deverá cumprir a carga horária de 1.920 horas das ações de aperfeiçoamento do Mais Médicos/Provab e alcançar a média mínima de 7,0 (sete) pontos nas avaliações.

    A pontuação adicional somente poderá ser utilizada para os programas de residência de acesso direto. O profissional terá direito a essa pontuação até o momento em que iniciar as atividades em um programa de residência cadastrado no sistema do MEC, independente do ano em que utilizar o benefício.

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    Supervisão

    Para dar apoio ao desenvolvimento das atividades no Programa Mais Médicos, todo profissional participante é vinculado a um médico supervisor, que o visitará periodicamente e ficará disponível nos demais momentos para tirar dúvidas e dar orientações. Esse supervisor, por sua vez, é vinculado a uma instituição pública de educação superior ou a uma instituição que tenha programa de Residência em Medicina Geral de Família e Comunidade (MGFC).

    Cada instituição supervisora é responsável por desenvolver e acompanhar o plano de trabalho dos supervisores e tutores, e pela gestão da parte pedagógica do programa em uma determinada região. Esse acompanhamento é feito em modelo similar ao da residência médica e outras formações da área de saúde, que também são baseadas na integração ensino e serviço.

    As instituições supervisoras aderem a um edital lançado pelo Ministério da Educação (MEC), definem o conteúdo e forma do processo de formação, conforme as diretrizes do MEC e da Coordenação Nacional do Programa, e indicam seus tutores, que serão responsáveis pelo planejamento e monitoramento da equipe de supervisores.

    Veja os editais do MEC.

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    Responsabilidades dos supervisores

    Os supervisores são responsáveis por coordenar e orientar o médico participante com relação ao cumprimento de suas atividades e atendimento às obrigações do programa. São responsabilidades dos supervisores:

    • Realizar visita periódica para acompanhamento das atividades dos médicos participantes;
    • Aplicar presencialmente as avaliações do Programa;
    • Estar disponível para sanar possíveis dúvidas pelo telefone ou pela internet;
    • Em conjunto com o gestor do SUS, acompanhar e avaliar a execução das atividades de ensino-serviço, inclusive o cumprimento da carga horária de 40 horas semanais prevista pelo Programa.
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    Responsabilidades dos tutores

    Os tutores acadêmicos serão indicados pelas instituições públicas de educação superior brasileiras que aderirem ao Programa para atuar no aperfeiçoamento das atividades dos médicos participantes. Eles serão responsáveis pela orientação acadêmica e pelo planejamento das atividades dos supervisores. São responsabilidades dos tutores: 

    • Coordenar as atividades acadêmicas da integração ensino-serviço, atuando em cooperação com os supervisores e os gestores do SUS;
    • Indicar, em plano de trabalho educacional, as atividades a serem executadas pelos médicos participantes e supervisores, bem como a metodologia de acompanhamento e avaliação;
    • Monitorar o processo de acompanhamento e avaliação a ser executado pelos supervisores, garantindo sua continuidade;
    • Integrar as atividades do curso de especialização às atividades de integração ensino-serviço;
    • Relatar à instituição pública de ensino superior à qual está vinculado a ocorrência de situações nas quais seja necessária a adoção de providências pela instituição;
    • Apresentar relatórios periódicos da execução de suas atividades no Projeto à instituição pública de ensino superior à qual está vinculado e à Coordenação do Projeto.

 

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