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Resultado para o País

Mais Médicos

Resultado para o País

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    Mais consultas, mais cuidado e melhores instalações

    O Programa Mais Médicos está completando dois anos de existência. Nesse período, garantiu 18.240 médicos em 4.058 municípios (73% dos municípios brasileiros) e nos 34 distritos de saúde indígenas, enfrentando de forma inequívoca a insuficiência ou mesmo ausência desses profissionais nas periferias das grandes cidades, nos pequenos municípios, comunidades quilombolas indígenas e assentadas, sertão nordestino, populações ribeirinhas, entre outras, que nunca contaram ou não conseguiam fixar médicos.

    Esses profissionais estão garantindo atendimento a 63 milhões de brasileiros que não contavam com atendimento médico e que agora encontram atendimento nas unidades de saúde próximas de suas casas.

    São mais consultas a médicos preparados para cuidar de toda a família e com capacidade de resolver 80% dos problemas que levam as pessoas a procurar atendimento. É mais acompanhamento de pré-natal, de pacientes com doenças crônicas e problemas relacionados à saúde mental, da saúde da mulher, da criança, do adulto e do idoso, mais garantia de cuidado imediato em situações de pequenas urgência, entre outros. Cuidado personalizado e humanizado perto de casa por um médico e uma equipe que se vincula ao paciente e sua família resolvendo problemas de saúde e evitando que as pessoas precisem de atendimento nas emergências, hospitais e consultas com especialista. E para quem mesmo assim precisar ser encaminhado, é certeza de menos tempo de espera, já que muitos pacientes terão seus problemas resolvidos nas unidades de saúde.

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    Impacto direto

    Relatório elaborado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), a partir da avaliação da chegada dos médicos em 1.837 municípios, traduz alguns dos impactos já sentidos pela população:


    33% mais consultas mensais na atenção básica nesses municípios; 32% mais visitas domiciliares de médicos.
     
    Relatório de pesquisa de mais de 14 universidades e instituições de pesquisa que formaram a Rede Observatório do Programa Mais Médicos também captou esse aumento no total de consultas ofertadas:
     
    33% de aumento no número de consultas comparando o período anterior a chegada dos médicos (dezembro de 2012 a abril de 2013) com o início da atuação dos médicos do projeto (dezembro de 2013 a abril de 2014)
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    Aprovado por quem usa

    As mudanças e resultados já são percebidos pelos usuários. Pesquisa conduzida pela Universidade Federal de Minas Gerais e pelo Instituto de Pesquisas Sociais e Políticas e Econômicas de Pernambuco, que entrevistou 14 mil usuários em quase 700 municípios do país, aponta que 95% dos usuários disseram estar satisfeitos ou muito satisfeitos com a atuação dos médicos do programa.

    O Mais Médicos está, de fato, mudando a vida das pessoas que mais utilizam o SUS. Do total de entrevistados, 85% disseram que a qualidade do atendimento médico está melhor ou muito melhor após a chegada dos profissionais do programa. Além disso, 87% dos usuários apontaram que a atenção do profissional durante a consulta melhorou e 82% afirmaram que as consultas passaram a resolver melhor os seus problemas de saúde.

    Quando provocados a identificar as melhorias que o programa levou aos serviços de saúde, os pontos mais citados foram: o “aumento do número de consultas”, “ter agora atendimento médico todos os dias”, “médicos mais atenciosos”, “que passam mais tempo com os pacientes” e que são “capacitados e competentes”.

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    Mais vagas para estudantes

    Como forma de solucionar definitivamente o problema da insuficiência de médicos no Brasil, era preciso resolver também outra equação que não fechava: a grande diferença entre a criação de postos de trabalho para médicos e o número real desses profissionais que se formavam no Brasil. De 2003 a 2011, surgiram 147 mil vagas de primeiro emprego formal para médicos, mas só 93 mil se formaram, o que gerou uma sobra de 54 mil postos de trabalho. O total de médicos formados em todas as escolas do Brasil atingia apenas 65% da demanda do mercado de trabalho.

    Essa realidade começou a mudar com o Programa Mais Médicos. Se, no lançamento do programa, a proporção de médicos era de 1,8 por mil habitantes, a meta do governo é chegar à casa de 2,7 profissionais em 2026 mesmo índice do Reino Unido, país que, depois do Brasil, tem o maior sistema de saúde público de caráter universal orientado pela Atenção Básica.

    Para formar mais profissionais, com qualificação em Atenção Básica, já foram abertas 5,3 mil vagas de graduação, em 1.690 universidades federais e 3.616 instituições privadas, em todas as regiões do país. Pela primeira vez, as cidades do interior passam a ter mais vagas que as capitais e as regiões Norte e Nordeste alcançam a proporção de vagas das regiões Sul e Sudeste. Já em 2014 foram aprovadas as Novas Diretrizes Curriculares para os Cursos de Medicina, que tem até 2018 para adequarem seus currículos a ela. A palavra de ordem é expandir e descentralizar os cursos de medicina, universalizar a residência médica e melhorar a qualidade das duas formações. Outra importante mudança é a instituição de uma especialidade central na formação da maioria dos especialistas do país: a Medicina Geral de Família e Comunidade, a exemplo do que há muitos anos fizeram países como Inglaterra, Canadá, Espanha, Cuba e Portugal.

    Com o Programa Mais Médicos, o interior do país já ultrapassa, pela primeira vez na história, as capitais brasileiras em número de vagas para estudantes de medicina.

    Até 2013, as 27 capitais do país ofereciam 8.858 vagas em cursos de graduação em medicina, enquanto todos os demais municípios brasileiros (mais de 5.000 cidades) tinham 8.612 vagas. Agora, a realidade é outra: o número de vagas nas capitais subiu para 10.637 e, no interior, 14.522.

    5,3 mil vagas de graduação já criadas em 1.690 universidades públicas e 3.616 instituições privadas em todos os estados do país. Meta: 11,5 mil novas vagas até 2017.
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    Mais formação para médicos

    Além da graduação, a equação que permite fixar médicos nos municípios depende também da disponibilidade de programas de residência nesses locais. Atualmente, há maior concentração dessas oportunidades na região Sudeste.

    Para alterar essa realidade, o programa Mais Médicos já criou 4.742 vagas de residência em todo o país. Esse número deverá triplicar até 2017 e em 2019 universalizar, ou seja: para cada formando em medicina, uma vaga de residência médica para formar especialistas.

    Assim como fez com a graduação, o Mais Médicos reformulou os critérios para definição das cidades e especialidades nas quais serão abertas novas vagas de residência, independentemente do custeio pelos ministérios da Saúde e da Educação ou por qualquer outra instituição.


    4,742 vagas de residência nas diversas especialidades médicas em todos os estados do país. Meta: 12,4 mil vagas de residência médica até 2018.
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    Melhores instalações

    Não adianta ter médicos se as instalações em que ele atende não são adequadas. Por isso, o Requalifica UBS — programa de qualificação da infraestrutura das Unidades Básicas de Saúde—, articulado ao Mais Médicos, está permitindo a reforma, construção e ampliação de 26 mil UBS, num investimento de mais de R$ 5 bilhões, em 5 mil municípios do país.


    Mais de R$5 bilhões para o financiamento de construções, ampliações e reformas de 26 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS).

 

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