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Porta de entrada do SUS

Política de Atenção Básica

Porta de entrada do SUS

De cada dez vezes que alguém procura um serviço de saúde, em 8 delas o problema pode ser resolvido na Atenção Básica. Vacinação, pré-natal, diagnósticos clínicos, acompanhamento de doenças crônicas, saúde mental, tratamento de doenças como diarreia e amidalite, atendimento de pequenas urgências, cuidados à saúde da mulher, da criança, do adulto e do idoso, entrega gratuita de medicamentos, entre tantos outros são procedimentos realizados na Unidade Básica de Saúde (UBS), ou posto de saúde, cujo papel é atender a comunidade. 

Por isso, a Atenção Básica é considerada a porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde (SUS), onde os problemas que não podem ser completamente resolvidos são encaminhados para consultas com especialistas, realização de exames ou atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento, hospitais, Centros de Atenção Psicossocial, entre outros.

 

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    Política Nacional de Atenção Básica (Pnab) e o Mais Médicos

    No início de 2011, com a reformulação da Política Nacional de Atenção Básica (Pnab), o atendimento básico foi alçado à condição de prioridade de governo. Com isso, a Pnab não apenas definiu mecanismos para o aperfeiçoamento do sistema como também consolidou a valorização da atenção básica junto à população e aos profissionais de saúde.

    Foi nesse contexto que, em 2013, nasceu o Programa Mais Médicos, como uma política pública que responde ao diagnóstico identificado na Pnab e propõe soluções para a qualificação da atenção básica brasileira. Entre os principais desafios identificados à época como condicionantes de desenvolvimento da atenção básica, alguns são diretamente enfrentados pelo Mais Médicos:

    • Quantidade insuficiente de médicos
    • Necessidade de ampliação do acesso aos serviços de saúde e redução do tempo de espera
    • Necessidade de melhoria de infraestrutura das UBS
    • Necessidade de qualificação de profissionais para atuação na Atenção Básica

    Nesse período, a atenção básica no Brasil cresceu e se fortaleceu. A quantidade de recursos do governo federal destinados à área em 2014 foi mais que o dobro do investido em 2010, chegando a cerca de R$ 20 bilhões. Lançado em 2011, o Programa de Requalificação das Unidades Básicas de Saúde (Requalifica UBS), articulado ao Mais Médicos, alcançou a cifra de mais de R$ 5 bilhões investidos na construção, ampliação e reforma de 26 mil UBS

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    Quem faz a Atenção Básica acontecer

    As equipes de Saúde da Família (eSF) atuam nas UBS e na comunidade, disseminando orientações, realizando ações de educação e promoção da súde, práticas preventivas, além de diagnóstico e tratamento dos problemas de saúde mais comuns da comunidade --  e sempre considerando cada pessoa dentro de seu contexto social e familiar. Em muitos casos, as equipes também circulam nas comunidades e, quando uma pessoa não pode ir até a Unidade de Saúde, visitam as residências dos cidadãos.

    As eSF contam com médico, enfermeiro, auxiliar ou técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde. A maioria delas tem também o dentista e técnicos e auxiliares de saúde bucal.  Existem variações deste formato e até complementações: algumas unidades podem atuar em conjunto com  fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, professores de educação física, assistentes sociais e outros profissionais de saúde. Existem ainda equipes que atuam em áreas fluviais e ribeirinhas, e as que cuidam da população indígena.

Equipe de Saúde da Família atua em UBS e Comunidade. 3.500 é o número médio de pessoas atendidas.

 

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