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Impactos para  a sua vida

Cidadão

Impactos para a sua vida

Em apenas dois anos, desde que foi criado, o Programa Mais Médicos já começou a transformar a realidade do atendimento básico à saúde de cidadãos em regiões do país com escassez de médicos.  Em muitas das cidades atendidas pelo programa, sequer havia médico para tratar uma amidalite ou fazer o pré-natal de uma gestante. Muitas vezes porque não havia profissionais suficientes se formando nas universidades ou porque médicos de outras regiões não queriam se fixar em cidades do interior do país ou mesmo na periferia das grandes cidades.

Passar a contar com um médico na própria comunidade, disponível para dar orientações, prevenir doenças, realizar consultas e acompanhar a saúde das famílias, atuando em equipes de saúde da família com enfermeiros, agentes de saúde, dentistas e outros profissionais, representa muito mais que saúde ao usuário do Sistema Único de Saúde: significa levar atenção humanizada, cuidado, respeito e qualidade de vida aos cidadãos que precisam e usam frequentemente os serviços de saúde do SUS.

 

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    Com a palavra, os usuários!

    Quem já foi atendido por um médico do Mais Médicos atesta que o programa deu certo: uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) – com cerca de 14 mil entrevistas – traz as primeiras avaliações da população sobre o desempenho desses profissionais.

    A população atribui nota 9 ao programa numa escala de 0 a 10. Do total de entrevistados, 85% disseram que a qualidade do atendimento médico está melhor ou muito melhor após a chegada dos profissionais do programa. Além disso, 87% dos usuários apontaram que a atenção do profissional durante a consulta melhorou e 82% afirmaram que as consultas passaram a resolver melhor os seus problemas de saúde.

    Quando a população foi questionada, por meio  de pergunta com resposta espontânea, sobre quais as melhorias que o Programa Mais Médicos levou à unidade de saúde que ela era atendida, os pontos mais citados foram: “aumento do número de consultas”, “ter agora atendimento médicos todos os dias”, “médicos mais atenciosos”, “que passam mais tempo com os pacientes” e que são “capacitados e competentes”.

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    Menos filas nos hospitais

    Os médicos do Mais Médicos chegaram para reforçar a atenção básica, onde é possível resolver até 80% dos problemas de saúde apresentados.  Por isso é que o governo federal tem investido tanto na Atenção Básica: houve aumento de 100% nos investimentos  destinados a ela nos últimos quatro anos. 

    É na Atenção Básica que é feito o primeiro atendimento e o acompanhamento da saúde do cidadão de forma integral. Quando é necessário, o médico da atenção básica encaminha o paciente para outros serviços, como consulta com especialista. Por isso, a atenção básica é conhecida como a principal “porta de entrada do SUS”. 

    Então, se há mais médicos para atender nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), e eles são bem formados e preparados para esse atendimento, menos pessoas precisarão das urgências, hospitais e consultas com especialistas. Ou seja: o Mais Médicos ajuda a reduzir as filas e tempo de espera nas emergências, hospitais e consultas com especialistas. 

    O médico mais preparado para fazer este atendimento é o médico especialista em medicina de família e comunidade. Todos os médicos do Programa Mais Médicos são especialistas nesta área ou em área similar a esta, ou estão fazendo um curso de especialização em Saúde da Família. 

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    O alcance do programa

    Com a expansão do Programa Mais Médicos, em 2015, são 18.240 médicos participantes, atuando nas UBSs de 4.058 municípios e 34 distritos sanitários especiais indígenas (DSEIs), onde os médicos integram equipes que não tinham médicos atendendo regularmente ou que nunca tiveram médicos ou equipes. Neste caso, estas equipes só foram criadas graças à chegada desse médico do Programa. Com isso, cerca de 63 milhões de pessoas são beneficiadas.

    Com o Mais Médicos, o Brasil passará de 1,8 médico por mil habitantes, em 2013, para atingir a proporção de 2,7 médicos por mil habitantes em 2026. Assim,  o programa tem suprido a deficiência de médicos nas áreas mais vulneráveis (ação do Eixo provimento emergencial), até que os demais eixos do Mais Médicos, que também já estão em curso, sejam efetivados. São eles:  

    Eixo infraestrutura -  o governo federal está investindo na expansão da rede de saúde para dar melhores condições de atendimento para a população. São mais de R$ 5 bilhões para a construção de novas Unidades Básicas de Saúde (UBS), e ampliação e reforma das já existentes.  O investimento na atenção básica acontece em mais de 26 mil obras em quase 5 mil municípios dos quais mais de 10 mil já foram concluídas e outras 10 mil já estão em fase de execução. 

    Eixo  educação  -  A melhoria do atendimento ao paciente depende também de uma formação profissional mais adequada e qualificada. Por meio do Mais Médicos, já foram criadas 5,3 mil vagas de graduação em medicina e outras 6,2 mil serão criadas até 2017 interiorizando cada vez mais os cursos de medicina. Além disso, foram criadas 4,6 mil vagas de residência médica para formar especialistas, de um total de 12,4 mil que serão criadas até 2017. 

 

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